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Pivetta diz que produzir muito “não basta” e quer transformar riqueza de MT em qualidade de vida

22 de ago.
2 min de leitura

Em Água Boa e Sinop, governador contrapõe Estado encontrado em 2018 ao atual e diz que próximo desafio é fazer prosperidade chegar às pessoas.

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) colocou a transformação da força econômica de Mato Grosso em desenvolvimento humano no centro de sua campanha à reeleição. Em agendas realizadas nesta sexta-feira (21.8), em Água Boa e Sinop, o candidato a reeleição afirmou que, depois de recuperar as finanças públicas e a capacidade de investimento do Estado, o desafio dos próximos anos será fazer a prosperidade produzida por Mato Grosso chegar de forma mais direta à vida das pessoas.


“Não basta ser um Estado que produz muito. Nós precisamos melhorar nossas cidades, melhorar nossos serviços e fazer essa prosperidade chegar à vida das pessoas”, declarou o governador, em encontros que reuniu mais de 1,5 mil pessoas.


Pivetta ressaltou os resultados dos últimos sete anos e meio, período em que esteve ao lado do ex-governador Mauro Mendes, mas procura projetar sua candidatura para além das obras e do equilíbrio das contas públicas. A proposta apresentada agora é utilizar a capacidade econômica e financeira conquistada pelo Estado para ampliar serviços, oportunidades, qualificação profissional e renda.


Em Água Boa, Pivetta associou essa proposta diretamente à saúde e assumiu o compromisso de ampliar a capacidade do Hospital Regional. “Vamos trazer para Água Boa todos os recursos necessários para que esse Hospital Regional amplie seu atendimento, para que nenhum mato-grossense espere pelo atendimento do Estado”, afirmou.


Em Sinop, Pivetta utilizou a situação encontrada em 2018 para estabelecer o contraponto entre o Mato Grosso daquele período e o Estado que pretende governar nos próximos quatro anos. “Nós realizamos muito além do que havíamos prometido ou mesmo imaginado ser possível. Em 2018, o Estado não honrava seus compromissos, vivia uma situação financeira precária, com atrasos salariais e uma desorganização administrativa generalizada. Nós superamos esse período e devolvemos o Estado ao povo mato-grossense”, disse.


Otaviano apontou que sua trajetória administrativa deve servir como garantia para os compromissos que apresenta agora ao eleitor: “Eu não sou homem de promessas, sou homem de palavra. Nós não prometemos que íamos fazer 7 mil quilômetros de novas rodovias, nem a quantidade de escolas que fizemos. Nós fizemos porque é possível. E nós provamos, nesses sete anos e meio, que é possível mudar a vida de todos os mato-grossenses através da atuação firme do Governo do Estado”, frisou.


“Quantos anos nós perdemos e quantas vidas foram ceifadas neste corredor até Cuiabá?”, enfatizou, ao anunciar a reestruturação do trecho entre Sinop e Sonora, na divisa com Mato Grosso do Sul.


Ao falar dos próximos quatro anos, Pivetta apontou mineração, biocombustíveis e produção de proteínas como novas fronteiras econômicas de Mato Grosso. Mas associou o aproveitamento desse potencial à preparação das pessoas para as oportunidades que deverão ser abertas. Na educação, defendeu a expansão do ensino técnico integrado ao ensino médio, aproximando a formação dos jovens das novas demandas do mercado de trabalho.


“Mato Grosso é um Estado cujo potencial ainda estamos começando a desvendar. Nosso desafio para os próximos anos é direcionar toda essa força em prol do desenvolvimento humano, garantindo aos nossos jovens qualificação, renda e autonomia”, afirmou.



 
 

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